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domingo, 6 de dezembro de 2009

FRUSTRAÇÕES, PERSISTÊNCIA, EXEMPLO PARA O MUNDO

Existem pessoas que na sua caminhada de vida, consegue retirar coragem de momentos difíceis e lamentáveis, conduzem sua sabedoria nos momentos de tristezas, percas e frustrações. Esta pessoa, que sempre sonhou em ajudar o próximo de maneira verdadeira e eficaz, mas na sua maioria os sonhos são interrompidos, acontecem marcas inexplicáveis, que levam muitos a desistir de seus objetivos primários e importantes para a caminhada. Citamos neste momento a história de Abraham Lincoln, Cury (2007), uma pessoa forte, mesmo em seus momentos difíceis não desistiu de seus objetivos. Vamos conhecer um pouco de sua vida e de outros historiadores da sociedade moderna.
Abraham Lincoln perdeu sua mãe na sua infância com apenas nove anos de idade, um fato que marcou significativamente sua vida. Uma pessoa com muitas dificuldades financeiras, levou a amar a sabedoria, como um tesouro sensível e benéfico para o seu dia a dia, substituiu a mãe pela busca do saber e da persistência em vencer todos os seus obstáculos.
Na sua mocidade tinha sonhos de ser empreendedor, montou um empreendimento, logo faliu. Iniciou as frustrações que estavam alojadas na sua mente sábia e persistente. Não desistiu, montou novamente um novo empreendimento, agora experiente, perspicaz e confiante no seu sucesso. Novamente frustra-se, fali uma empresa pela segunda vez.
Inconformado com as percas que ocorrem em sua vida, Abraham Lincoln parte para uma nova experiência: a política pública candidata-se a cargos do legislativo e executivo, aproximadamente sete vezes, perde todas. Não desanima, pois nessa trajetória da vida venceu uma para deputado, pensava que havia superado os problemas, acontece um novo golpe, falece sua noiva, cai em depressão, se sente o maior derrotado de todo o mundo.
Com todas as dificuldades ocorridas, Abraham Lincoln possuía uma facilidade inexplicável em assimilar frustrações e sobressair dos problemas existentes. Era um homem valioso, não desistia facilmente, acreditava no seu potencial, foi à luta, porque “sonhadores são vitoriosos, um dia alcança a sua meta desejada”, e este homem louco de fé em si mesmo.
Abraham Lincoln foi eleito o 16º Presidente dos Estados Unidos da América do Norte, foi o presidente que emancipou os escravos do seu país, democratizou de forma moderna a política e conduziu adequadamente a formação dos direitos humanos. O seu sonho foi alcançado? Infelizmente não! No dia 14/04/1865, é assassinado por um ex-ator, escravista radical, que não se conformava com a emancipação dos escravos no seu país. Interrompeu os sonhos de uma nação que havia elegido um homem de idéias inovadoras, inteligentes e que soube conduzir adequadamente a valorização do seu semelhante. A sua marca ficou na história, até hoje é lembrado, mas o homem deixou de realizar a sua gloria de fazer com que seu povo fosse livre e conseguisse caminhar para o sucesso.
A história não termina por ai, Muitos anos depois surge Martin Luther King, um homem estadista, hábil na luta em favor da igualdade dos homens negros e brancos, seu sonho era transformar um mundo de paz, onde negros e brancos poderiam sentar-se na mesma mesa e poder conversar de forma passiva e festiva.
Acreditava que os líderes descobrissem o real sonho de Deus, constituir um mundo de paz, harmonia, fraternidade entre cada um dos homens que habitam esta sociedade. O ser humano não pode fazer distinção de cor, religião, partido, pois todos são filhos do mesmo pai, por que brigar? Todos são inteligentes, sabedores da realidade humana. Em Memphis, 04/04/1968, o sonhador da igualdade é assassinado por um atirador branco e seus sonhos são interrompidos, sua marca também fica na história, desde que o seu sonho é vencido pela mágoa de pessoas que não quer um mundo de glória e felicidade entre cada um que congrega o mesmo espírito de paz e harmonia.
A sua marca ficou igual à de muitos indivíduos hábeis que com seu dinamismo, vontade e amor ao próximo deixaram registrado o valor de respeito ao seu próximo. Se nesse mundo, tivéssemos pelo menos 10% de estadista verdadeiro e honesto o mundo seria diferente dos dias de hoje.
Neste momento iremos analisar a vida de Beethoven um homem que conheceu a música de maneira genial. Esse ser humano se enquadra como um ser persistente na busca de seus interesses; se anima diante dos desafios; consegue conduzir facilmente suas idéias; possui enorme capacidade de influenciar pessoas e não depende de ninguém para seguir seus caminhos. Mesmo na perda de sua audição este homem não desistiu da vida, uma etapa de sua caminhada foi interrompida, ganhou fôlego e transformou a música como a arte da mais bela razão de conduzir a todos para o delírio da felicidade.
Este homem deixou para a história, uma conduta de força, amor e persistência para si mesmo. Não desistiu do seu objetivo, mesmo nos momentos de dor, angustia, não aceitou a derrota, revolucionou o mundo com sua experiência de vida, e paixão por aquilo que se propôs a fazer.
Quantas pessoas por menores problemas que afeta sua vida, desistem de seus sonhos, afastam da sociedade, desliga do mundo. Desde que não podemos deixar de registrar outras pessoas, com deficiências irreversíveis, conseguem mostrar a sua capacidade de querer vencer e ainda mais, sobressair muito melhor do que pessoas que se dizem perfeitas. Exemplo disso: jovens bonitos, elegantes, saudáveis, se drogando, prostituindo, se matando ao pouco, enquanto uma pessoa com deficiência física, motora e talvez cerebral, luta para ser perfeito em um mundo totalmente preconceituoso, vaidoso e capitalista.
Outro exemplo de persistência é Einstein nasceu em 1879. Com três anos de idade apresenta dificuldades de falar, Aos cinco anos é necessário aulas particulares em sua casa. Aborrecido com as ações da professora arremessa uma cadeira sobre ela. O seu pai observando o desinteresse aos estudos mostrou-lhe uma bússola de bolso, neste momento apercebeu-se de que algo fazia flutuar a agulha no espaço, neste período o garoto começou a apaixonar sobre os mistérios da física, tinha seis anos de idade. A juventude de Einstein é solitária, era aluno seguro e persistente, no entanto um pouco lento na resolução de problemas. A família Einstein se muda da Alemanha para Itália, e monta um novo negócio, desde que não se saem bem, fali o empreendimento. Em 1895, decide entrar na universidade, mas se decepciona, reprova na área da humanidade. Em 1.900 conclui o curso superior em física e neste período na mesma universidade na Suíça, passa a ser docente.
Em 06/01/1903, casam-se os jovens Einstein e Mileva, neste enlace matrimonial tem três filhos, mas questiona-se que o primeiro faleceu ainda bebê ou que tenha sido dado em doação; o do meio tornou-se um importante professor de hidráulica na Universidade da Califórnia e o mais jovem, formado em música e literatura, morreu em hospital psiquiátrico na Suíça. Os seus trabalhos não eram muito aceitos e com isso não recebeu quase nenhum apoio por parte dos físicos durante vinte anos. Só em 1921 quando recebeu o prêmio Nobel da Física pelo seu trabalho, passou a ser reconhecido pela equipe de professores de sua área, tanto dos Estados Unidos da América, como da Europa.
Em 1933, Adolf Hitler chega ao poder na Alemanha. Einstein, judeu, encontra-se agora em perigo. É avisado por amigos de que há planos para o seu assassinato e é aconselhado a fugir. Em 18 de abril de 1955, aos 76 anos, morre Einstein em conseqüência de um aneurisma, o mundo perde o estudioso, defensor da física e o primeiro a afirmar que a teoria quântica era revolucionária, um lutador pela busca de seus objetivos e colaborador para com a humanidade cientifica.
Observa-se pela sua história, a vida de Einstein não foi fácil, físico e humanista, conquistou o prêmio Nobel da Física em 1921, passou por várias provações, humilhações, percas. Não desistiu de seus objetivos, buscou força, amou o que fazia e assim conquistou o seu lugar na história da vida. Será que somos capazes de ressurgir de provações, humilhações, percas e continuar lutando e registrar a nossa história na vida humana de hoje? Acredito que sim, pois somos vitoriosos e semelhantes a estes vencedores de sua época.
Uma figura expressiva para todos os tempos, hoje sem duvida alguma, não vivemos sem o seu invento. Vamos conhecer um pouco de Thomas Edison, nunca frequentou a escola, mas revolucionou a vida humana com invenções como a lâmpada elétrica, o fonógrafo, a máquina de cinema. Quando menino aos oitos anos, o seu professor desprezou-o e ainda falou: "O garoto é confuso da cabeça, não consegue aprender". A partir desse momento nunca mais voltaria a frequentar um lugar de ensino.
A mãe sentida, frustrada pelo filho não ser ensinado em uma escola regular, passou a fazer o ensinamento internamente, por sorte gostava de ler todos os tipos de literatura, assim ajudou muito o garoto Edison.
A família passando dificuldades, os seus pais decidiram mudar de cidade, e assim Edison não só para pagar os materiais necessários a suas experiências, mas principalmente para ajudar no sustento da casa, arranjou emprego no trem diário que ligava Port Huron a Detroit, a futura capital mundial do automóvel. Eram três horas e meia para ir, outras tantas para voltar e seis horas entre uma viagem e outra, mais que suficiente para vender a bordo frutas, balas, bombons, biscoitos e chocolates.
Aos 15 anos de idade, no trem que trabalhava vendendo guloseimas e jornais. Balança o vagão e cai um dos frascos químicos e com isso pôs fogo no bagageiro. Thomas Edison leva um corretivo do maquinista é arremessado para fora do trem. Com dificuldades na sua audição, por este corretivo, agravou ainda mais o seu estado de saúde. Foi em busca de um novo serviço, conseguiu praticar o serviço de telegrafia, mas pelo seu jeito tedioso, quando não o demitia, ele mesmo pedia demissão dos empregos. Até que decidiu juntamente com amigos vir ao Brasil para trabalhar, mas pela demora do navio, desistiu. Seus amigos foram em busca de novos caminhos profissionais, mas contam que seus amigos morreram na viagem de febre amarela.
Aos 21 anos de idade, iniciou a sua vocação de inventor, um autodidata lia muitos livros e colocava os inventos em prática. Neste período passou fome, morava em lugares ruins.
Morando em quarto alugado, sem se importar com sono, comida e roupas, começava o dia às 6 da manhã e só se recolhia depois da meia - noite. De negócios, entendia pouco. Vida social não tinha. Trabalhava pelo prazer de remover os problemas no caminho de seus inventos, sempre pelo método do ensaio e erro. Era persistente como um obcecado, paciente como um sábio. Em 1876, aos 29 anos, construiu por conta própria aquilo que os historiadores consideram seu maior invento o primeiro laboratório não universitário de pesquisas industriais de que se tem notícia. O patrão Edison trabalhava de igual para igual com o mais novato de seus empregados. No Natal de 1871 casou-se com uma jovem de 16 anos, Mary Stilwell. Morre sua esposa ainda muito jovem, aos 29 anos, de febre tifóide. Um ano e meio depois, casou-se com Mina Miller, filha de um fabricante de equipamentos agrícolas de Boston.
Aos 21 de outubro de 1879, a lâmpada brilhou 45 horas seguidas, com muitas dificuldades, tentativas frustradas, conseguem o seu melhor invento que lhe tornou milionário. Thomas Alva Edison viveu intensamente até o fim. Apesar de todos os esforços, comparáveis aos que empregou para inventar a lâmpada, não conseguiu produzir o carro de seus sonhos, movidos à eletricidade gerados por uma bateria. Entregou os pontos depois de 10 mil experiências e 1 milhão de dólares. Morreu em 1931, aos 84 anos. Segundo a história no dia de seu enterro, todas as luzes dos Estados Unidos foram apagadas durante 1 minuto.
História esta empreendedora, no ano de 1906, nascia no Japão Soichiro Honda, na sua infância era uma criança curiosa, gostava de ficar observando motores, encantava com o som dos motores, cheiros e todas as peças que se constitui a formação de um motor.
Segunda sua biografia conta-se que nunca foi um bom aluno, pois não se interessava pelas teorias dos livros, preferindo a prática das coisas! Aos oito anos, já havia construído uma bicicleta e, aos treze tinha uma série de pequenas "invenções”! Aos dezesseis anos, Honda vai para Tókio como aprendiz numa oficina mecânica, e poucos anos mais tarde, volta para sua cidade natal e abre a sua própria oficina. Aos vinte e cinco anos, sua oficina já havia crescido e se tornado muito lucrativa. Neste período já havia construiu um barco de corrida, e um carro muito potente. Devido este espírito competitivo, sofre um grave acidente, ficando dezoito meses em recuperação, impedindo por um determinado tempo o crescimento empreendedor, por isso obrigando-lhe encarar a vida de forma séria e com maior responsabilidade.
Aos trinta anos resolve mudar seu ramo de atividade, deixando de ser um prestador de serviço, e passando a ser fabricante de anéis para pistões. O seu empreendimento não decolou, seus recursos praticamente acabaram. Buscando ajuda de um professor, resolveu o problema do produto que fabricava. Em 1937 passou a produzir anéis de qualidade e se tornaram rentáveis.
Um empreendedor com espírito de sucesso, acredita em seu conhecimento, força de vontade e persistente nas suas ações, decide estudar os metais com mais detalhes. Este espírito de vontade levou a valorizar sua equipe de trabalho por competência, independente do grau de instrução. Um fator inovador, pois a capacidade e a vontade de executar os serviços são mais valorizados, porque o resultado é altamente favorável, realiza com qualidade e sempre esta com profissionais motivados.
Na época da segunda guerra, começou a produzir hélices para a Força Aérea Japonesa. Mas a região onde estava instalado sofreu muitos bombardeios, em janeiro de 1945, um terremoto acaba de destruir ao que restara dos bombardeios.
A rendição do Japão se dá quando Honda lutava para reconstruir suas máquinas e instalações. Com futuro incerto, Honda vende sua fábrica para a Toyota, que era cliente de seus anéis. O Japão pós-guerra estava um caos e um dos piores problemas era o transporte. Com o racionamento de combustível e trens lotados, Honda pensa pela primeira vez nas motocicletas. Comprou então um lote de motores usados para geradores, e com sua capacidade criativa, os adaptou em bicicletas, e logo estava vendendo as primeiras bicicletas motorizadas.
A partir daí, fizeram da Honda a maior indústria de motocicleta do mundo. Um homem persistente parecia que nunca estava satisfeito, e sempre incentivou as pesquisas, o que levou a Honda a participar de competições de motos e carros. Em 05 de agosto de 1991, com 84 anos falece o empreendedor que saiu da simplicidade e se tornou o maior e melhor empresário de todo o mundo.
A atitude deste empreendedor é um exemplo de luta, força, persistência e que mesmo em momentos que lhe transformaram em uma pessoa fraca, desanimada e achando que havia terminado o seu ciclo, renascia outro homem, com maior poder, dinamismo e desejo de superar o seu próprio limite.
Logo, devemos aprender muito com esses exemplos de vida e persistência, mesmo passando por excessivo rigor, os personagens apresentados a nenhum momento desistiram de seus objetivos, frustraram, perderam, foram discriminados, até mesmo ridicularizados por companheiros, adversários, não desistiram de suas lutas e hoje são celebres na história a qual fazemos parte.
Estes exemplos demonstram que nunca podemos desistir de nossos objetivos, mesmo nas dificuldades, momento de frustrações, incompreensões, pensamos em desistir, porque achamos que os problemas só acontecem com nós, só que a história nos revela fatos assombrosos que mesmo os famosos, os homens de sucessos passam por dificuldades, mas não privam de se esforçar pelo desejo de felicidade e sucesso nas conquistas do seu próprio ser.
Nesta vida nada se consegue com facilidade, devemos sempre persistir, e buscar sempre os nossos objetivos.
Wagner Luiz Marques
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sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

EDUCAÇÃO: ONTEM, HOJE E SEMPRE

A educação é o caminho para mudanças, é a possibilidade de avistarmos melhorias na sociedade. Ao compararmos a pedagogia de Jesus Cristo com o ensinamento atual, observamos semelhanças e que possibilita entendermos bem o comportamento humano. E mostrar para os lideres políticos que a educação não pode ficar somente nos discursos, mas sim transforma-lo em realidade. Quem sabe com essa matéria possamos conscientizar os políticos puros de humanidade e respeitador da ética social e cientifica de nosso planeta e propagar no seu meio.

Jesus Cristo quando foi montar sua equipe para ensinar a sociedade da época, que a felicidade do homem está próxima. Depende de ações simples que consegue viver harmoniosamente junto com a sua comunidade, Ele foi convidar pessoas do povo e que muitas vezes não agradavam a todos.

Nos estabelecimento de ensino encontramos alunos de todo tipo de raça, cultura, educação e que precisamos conviver e bem! Por isso que precisamos estar estudando o comportamento do ser humano, para que consigamos conduzir adequadamente o relacionamento de mestre e aluno.

Os primeiros convidados de Jesus para segui-lo foram os irmãos Pedro e André, duas pessoas simples, com personalidades fortes, o maior vendedor de paz, fraternidade, humildade, responsabilidade e respeito, conseguiu mostrar a importância de seguir e ajudar o seu semelhante.

Quantos alunos que recebemos inicialmente no curso que possuem personalidades fortes, são arredios e que precisamos saber lidar com suas ações diárias. Estas pessoas assemelham a Pedro, a qual Cristo nomeou como líder na sua catequese de humanidade.

Os próximos convidados para seguir a palavra de Deus foram também os irmãos Tiago e João, filhos de Zebedeu. Dois jovens seguidores, ao receber o convite não pensaram “duas vezes” aceitaram imediatamente o convite. Zebedeu o pai desses dois jovens ficou triste em ver seus dois filhos partir para uma caminhada de incertezas, dificuldades e até mesmo sonhos que poderão ser interrompidos na caminhada, mas não proibiu, certamente pensou: são jovens, logo desistem deste sonho.

Nas salas de aulas encontramos diariamente jovens com essa característica motivadora. São jovens, animados com tudo, mas na maioria das vezes o que realmente precisava se animar, mas não os animam, é o estudo, o conhecimento, a ciência como fonte de inspiração para o sucesso.

Neste momento Jesus havia conseguido quatro seguidores, diferentes nas ações, mas perseverantes no comprometimento com os sonhos. Porém Jesus necessitava em sua equipe uma pessoa que estava ligada ao povo, demonstrava rejeição, pois não o conheciam realmente. É a pessoa que demonstra uma maneira de ser, contudo o seu interior é meigo, fraterno e humano. Esta pessoa foi Mateus, um publicano coletor de impostos, na época famoso por ser corrupto, por isso recebia este conceito.

E na atualidade existem milhares de pessoas que são avaliadas pelo seu estado físico externo, não o conhecendo avaliam utilizando adjetivos cruéis e sem fundamentos. Este aluno é aquele que tenta se apresentar como líder, muitas vezes é arrogante, intransigente, porém com o tempo muitos conseguem melhorar o comportamento e ser visto diferentemente pelos seus colegas. É uma pessoa capaz e de extrema importância para a sociedade.

O próximo convite foi Tomé um homem inseguro, só acreditava naquilo que tocava uma pessoa rápida para pensar, e mais rápida para desacreditar.

Quantos inseguros que existem no banco escolar, são os alunos que não descobriram o que desejam fazer, aonde chegar, como fazer. São pessoas que necessitam de um trabalho especial, inicialmente demonstrar a sua capacidade, revelar a sua conduta de honesto e com isso dar-lhe confiança para caminhar sem medo e confiante nas suas ações.

E compôs sua equipe de seguidores Felipe, quem era prático na língua e antiguidades gregas, Bartolomeu, viajante, conhecedor dos povos, sabedor dos caminhos, o outro Tiago, conhecido como o menor, Judas Tadeu, primo de Jesus, Simão, antigo habitante de Canaã e para concluir Judas Iscariotes, o moderado, dosado, equilibrado e sensato. Nas escritas sobre sua vida nunca demonstrou ser uma pessoa tensa, ansiosa e inquieta, sabia lidar com a contabilidade, e por isso cuidava do dinheiro do grupo.

Na educação, na sociedade, onde estivermos terá todos estes seguidores sendo exemplos para nós. Felipe, Bartolomeu, Tiago menor, Judas Tadeu, Simão, consideramos o todos aqueles que compõem a sala de aula, os movimentos, as empresas, é a massa, cada um com seu conhecimento e que contribuem satisfatoriamente para o crescimento da sociedade.

E, por fim como no meio nosso existem Judas Iscariotes, acreditamos na sua astúcia, comportamento deslumbrante, atencioso em tudo, desde que não conhecemos o seu interior, observamos a sua conduta externa, só que não o conhecemos realmente como age na inquietude do seu comportamento. São pessoas perigosas, só descobrimos com o tempo, talvez seja tarde e nos causou muito mal.

Todas estas comparações podem nos levar a uma conclusão, Cristo nos mostra que sua atitude de convidar os seus discípulos, cada um tendo comportamentos variados que na sociedade existiu, existia e sempre existirá. A educação é a forma de mostrar como cada um pode mudar seu comportamento, sempre para melhor e deixar de ser único, e saber que o comportamento pode ser adequado e estar em harmonia com a sociedade agindo com amor, simplicidade, paz, vontade, responsabilidade e respeito perante o seu próximo.

Portanto, a educação é o caminho para a felicidade de cada um de nós, deve sempre estar preparado para nos atualizar e, só conseguiremos isso não parando de nos aperfeiçoar e atualizar. Tudo isto será para o nosso bem e o bem de todas as pessoas que nos acompanham e estão do nosso lado.

O mundo será muito melhor, se houver um investimento verdadeiro e lógico para a sociedade educativa do mundo todo.

Wagner Luiz Marques

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segunda-feira, 26 de outubro de 2009

A HISTÓRIA REAL DA QUEDA DO PALMEIRAS! QUAL SERÁ?

Em dias de hoje, é complexo acreditarmos em alguma coisa, a política se transformou em politicagem, não há condição de acreditarmos em nenhuma das pessoas que se tornam políticos.

Tudo envolve política, em todas as ações existem políticos infiltrados, como podemos ser felizes em dias de hoje. E no futebol não pode ficar para traz. Até que ponto o que estamos assistindo é verdadeiro? Parece tudo uma ficção e ainda sem inicio, meio e fim. O campeonato brasileiro da série “A” desse ano está de uma forma que em vez de estimular o telespectador, o radio-ouvinte, o leitor de esportes procurarem se informar de como está seu time de coração? Observamos estranhes na forma de como estão apresentando os times de futebol. Se até o final do campeonato vermos o Fluminense disputando uma vaga para Sul Americana, não se espante, pois tudo pode acontecer, menos confiabilidade e dignidade por parte da política esportiva que esta infiltrada no esporte brasileiro.

E com todos estes acontecimentos melindrosos e assustadores nos leva a pensar será que a real história do Palmeiras é uma queda de rendimento dos jogadores por que estão ruins ou por que existe algo de outro planeta acontecendo no Parque Antártica? O Murici faltava entrar no campo de futebol para atacar os árbitros! O Diego Souza corria mais do que a bola! E hoje parecem alguns pernas de pau andando na espera que o jogo acabe e aconteça mais uma derrota no campeonato.

Neste final de semana tudo deu certo para os adversários, certamente a política correu tudo bem, o campeonato se tornou emocionante, até parece no tempo de grupos, classificou os oitos times melhores do brasileiro e no octogonal sairá o campeão de 2009. Perceberam que para ganhar dinheiro necessitava acontecer uma viravolta do campeonato e como fazer isso? Transformar os pontos corridos de forma maquiada e que a partir de agora vai parecer um campeonato como eram feitos anteriormente.

Que verdade é essa, que nos inspira a continuar torcendo por um time? Se por traz dos bastidores estão fazendo isso? É melhor que passamos a não mais assistir um campeonato de futebol e sim uma novela, a qual a cada ano terá um novo mocinho que já perceberemos com andar dos acontecimentos que time será o campeão do ano. Por isso leitor se concordar ou discordar de mim entre em contato só assim estarei convencido de como pensam realmente a população esportiva do Brasil.

Vamos dar um basta naqueles que querem nos enganar, vamos passar a ser pessoas pensantes e não simples máquinas que vamos para onde a minoria quer que vá.

Obrigado, a todos que ler esta matéria, pois é o caminho de nossa independência das falcatruas que acontecem hoje no Brasil e no mundo.

Wagner Luiz Marques

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terça-feira, 20 de outubro de 2009

BALANCED SCORECARD – UMA VISÃO DE SUCESSO

BALANCED SCORECARD – BSC - EQUILÍBRIO OU BALANÇOS DE DESEMPENHO

1 FERRAMENTAS DE ADMINISTRAÇÃO

Existem diversas ferramentas na administração empresarial, para conseguir resultados favoráveis e benéficos. Utilizam-se para os objetivos primordiais que são para aumento do faturamento, melhoria do atendimento e retorno da lucratividade, através de redução de gastos e etc.

As ferramentas são muitas, mas citaremos algumas utilizadas tanto nas pequenas como grandes empresas, sendo:

· Qualidade Total

1 – Programas de melhoria de qualidade

2 – Implantação dos “Ss”

3 – Implantação do Lua e Sol

4 – Implantação dos oito “Is”

5 – Six Sigma

6 – TQM – Filosofia de Deming

· Programas Financeiros

1 - Sistema de custeio ABC

2 – Sistema de custos por absorção

3 – Sistemas de análises vertical e horizontal nos demonstrativos financeiros

4 – Sistema de análise financeira por quociente

5 – Análise de rentabilidade, lucratividade e etc.

· Programas de Produção

1 – PCP – Planejamento e Controle de Produção

2 - Planejamento e Controle do Tempo (JUST IN TIME)

3 – Sistema de tempo e movimento

4 - Logistica

5 – Sistema Kanban

· Sistema de Informação Gerencial

1 – Organização Virtual

2 – Tecnologia de Inteligência

3 – Tecnologia de Informação

· Recursos Humanos

1 – Implantação de Recrutamento, Seleção e Treinamento

2 – Psicologia organizacional

3 – Clima Organizacional

4 - Administração de Cargos e Salários

5 – Avaliação de desempenho

· Marketing

1 – Pesquisa mercadológica

2 – Planejamento de produto

2 BALANCED SCORECARD – BSC

Este é um estudo o qual demonstra a atualização tanto da organização empresarial como dos funcionários, tornando assim competitivo o mercado operacional.

O BSC (Balanced Scorecard) foi desenvolvido por Kaplan e Norton, por volta de 1990 a 1992, e o seu trabalho principal é a cada dois meses avaliar o desempenho do gerenciamento estratégico nas tomadas de decisões.

O BSC (Balanced Scorecard) foi apresentado inicialmente como um modelo de avaliação e performance empresarial, porém, a aplicação em empresas proporcionou seu desenvolvimento para uma metodologia de gestão estratégica.

Os requisitos para definição desses indicadores tratam dos processos de um modelo da administração de serviços e busca da maximização dos resultados baseados em quatro perspectivas que refletem a visão e estratégia empresarial:

· financeira;

· clientes;

· processos internos;

· aprendizado e crescimento.

É um projeto lógico de um sistema de gestão genérica para organizações, onde o administrador de empresas deve definir e implementar através de um Sistema de informação de gestão, por exemplo: variáveis de controle, metas e interpretações para que a organização apresente desempenho positivo e crescimento ao longo do tempo.

Em resumo o BSC é um desdobramento das estratégias, ou seja, um sistema que ensina a estratégia que esta sendo implantada nas organizações. O BSC mudou a forma de gerenciar as empresas, é uma ferramenta de gerenciamento que traduz a estratégia dos negócios em um conjunto coerente de indicadores, sendo financeiro para a empresa. O BSC é capaz de traduzir a missão em objetivos estratégicos. Os objetivos estratégicos é um conjunto específico e coerente de indicadores de desempenho.

2.1 APRESENTAÇÃO DO BALANCED SCORECARD

Este sistema veio se evoluindo desde o momento que iniciou a revolução industrial, um período importantíssimo para o sistema contábil financeiro, o qual evoluiu significativamente ao mercado empresarial.

Esta evolução trouxe várias culturas econômicas como sendo a implantação da reengenharia, qualidade e muitos passos para melhorar o sistema produtivo das empresas, buscando uma constante de eficácia e eficiente, são palavras que parecem ser semelhantes, mas na busca de valores humanos e éticos diferencia muito.

Uma pessoa eficiente tem competência nas ações que desenvolve, é capaz de realizar atos com qualidade e desenvoltura, desempenha conforme as normas. Enquanto que eficaz é uma pessoa que efetua os atos que promete, é responsável nas atitudes, a virtude de realizar com qualidade é o ponto crucial da pessoa eficaz.

Portanto uma pessoa eficiente e eficaz ao mesmo tempo constitui as ações que qualquer empresa, sociedade quer ter presentes para desempenhar uma parceria de sucesso e riqueza. A pessoa eficiente e eficaz vem de berço desde a educação familiar quando os pais educam seus filhos dando limites e mostrando o caminho da honestidade e depois nas escolas normalmente aprendemos como trabalhar eficazmente em nossa adolescência fazendo nossa lição de casa na hora certa. Se um jovem não aprende como trabalhar durante seus anos de escola, ele sofrerá quando tiver um trabalho pago. Em resumo geral, ao analisarmos a escavação de um posso de água: “a escavação do buraco é a EFICIÊNCIA do trabalho, ao encontrar a água no poço é a EFICÁCIA do desempenho profissional”.

2.2 HISTÓRIA DO BALANCED SCORECARD

O balanced Scorecard se divide em quatro áreas evolutivas para se chegar ao sistema propriamente estudado, sendo:

1 – Era da inspeção;

2 – Era do controle estatístico da qualidade;

3 - Era da garantia da qualidade; e

4 – Era do Balanced Scorecard

2.2.1 ERA DA INSPEÇÃO PRODUTIVA PARA MUDANÇA PELO SISTEMA DE BALANCED SCORECARD

A era da inspeção produtiva foi de muito valia, pois a gerencia deveria estar atento ao sistema operário do que estava sendo executado, foi um período inicial, passando da manufatura ao sistema da revolução industrial, por isso foi uma batalha entre operários, máquinas e dirigentes, mas muito se aprendeu neste período sistêmico da economia com a produção.

A era da inspeção é uma época que as organizações desempenhavam exclusivamente com controle dos trabalhos exclusivamente no chão de fábrica, ou seja, a gerencia de produção inspecionava produto por produto, para que não houvesse erros nos lotes produzidos. Praticamente um trabalho de gerenciamento artesanal, havendo a necessidade de muitos fiscais de controles, evitando assim uma produção de massa.

2.2.2 ERA DO CONTROLE ESTATÍSTICO NA PRODUÇÃO PARA MUDANÇA PELO SISTEMA DE BALANCED SCORECARD

Período da administração produtiva que a preocupação principal é analisar estatisticamente um lote da produção e assim identificar que a produção em massa estava sendo padronizada e com uma redução significativa no sistema de erro zero, uma área da qualidade total que muito utilizou no sistema produtivo, não pode se dizer que esse sistema é ruim, pelo contrário, muito bom e vantajosos, mas necessita de um acompanhamento e uma junção com um total de sistema que beneficia a redução dos custos e o aumento da produção com qualidade.

A era do controle estatístico da qualidade é um período que analisa o lote de produção através de um dado estatístico aleatório de produtos, os quais são analisados para identificar se esta sendo produzido adequadamente o sistema produtivo. Preocupa-se exclusivamente com o processo produtivo para alcançar o aumento das vendas e melhorar o faturamento empresarial.

2.2.3 ERA DA GARANTIA DA QUALIDADE (PADRONIZAÇÃO DOS PRODUTOS) PARA MUDANÇA PELO SISTEMA DE BALANCED SCORECARD)

Este sistema é muito utilizado na confecção e empresas correlatas a este fim. Padronizar o produto para que possa satisfazer o consumidor, um método bom que beneficia a produção empresarial, mas ocorre um problema no período logístico do sistema, pois se preocupa muito com as máquinas, os profissionais perdem de tempo, afetando a logística do produto e muitas vezes não atinge o erro zero, pois a avaliação da padronização é um método aplicado na implantação da qualidade que muito necessita de uma reestruturação na metodologia a ser mantida no desenvolvimento produtivo.

A era da garantia de qualidade marcou um período de padronização dos produtos. Avaliando que os produtos adequados são aqueles que passam por uma avaliação de consultores e estes exigindo a unificação dos produtos, todos devendo ser igual em todo o sentido produtivo, observa-se o período o qual identifica que o cliente será atraído através de saber que independentemente de onde comprar um determinado produto, o padrão de qualidade será o mesmo. Mas não podemos deixar de especificar que a qualidade não é única e exclusiva através da padronização, por isso deve-se avaliar adequadamente o sistema padronizado de produção.

2.2.4 ERA DA GESTÃO ESTRATÉGICA DE NEGÓCIOS PARA MUDANÇA PELO SISTEMA DE BALANCED SCORECARD

A era do balanced scorecard é a união de todos estes períodos e ainda avalia os sistemas de melhorias para os clientes, verificando o prazo de entrega dos produtos aos clientes, para que estes não se sintam prejudicado ao recebimento dos produtos. Qualidade e ciclo do processo de produção, saber que os produtos produzidos devem sair com qualidade das fábricas para que atenda eficazmente o consumidor e sempre estar atento as inovações que possa aumentar o ciclo de produtos ou mesmo remodela-los. E por último desempenhar um trabalho eficaz no desenvolvimento de novos produtos.

Era da gestão estratégica de negócios, trabalha com algumas áreas importantes para poder cativar o cliente e buscar a lucratividade necessária da empresa sendo:

  1. A empresa deve produzir com características de excelências operacionais, padronizando o fluxo físico e financeiro dos produtos e serviços.
  2. A empresa deve lutar por uma cultura de Orientação ao Cliente, para que este se sinta satisfeito em comprar no estabelecimento que pratica esta estrutura empresaria.
  3. Inovação: neste movimento, a organização antecipa-se a seus clientes, desenvolvendo e lançando produtos e serviços inéditos – inovadores – do ponto de vista tecnológico e funcional. São organizações que, mais do que ouvirem seus clientes, cria as necessidades e antecipam tendências.
  4. Sustentabilidade: ainda que poucas empresas conheçam e comprovem os benefícios deste movimento, muito se tem investido na chamada sustentabilidade, a busca por resultados sociais e ambientais, além do econômico. Envolvendo todas as partes interessadas do negócio – acionistas, comunidade, clientes, fornecedores, empregados, governo. Este processo estratégico atinge a saúde, meio ambiente, regulatório, social e todo o processo de governança e gestão do risco empresarial.
  5. Excelência Operacional: não adianta nada as empresas investirem em tudo o que for necessário a atingir a qualidade e se esquecer da excelência operacional, pergunta-se o que é isso? É implantar sistemas inovadores ligados à Tecnologia de informação que possa contribuir de forma organizacional e ampla no sistema empresaria. Com isso é o momento de implantar o BSC - balanced scorecard, avaliando cinco princípios básicos que sã:

  • Mobilizar a liderança: fazer com que os lideres assuma as obrigações e saiba conduzir adequadamente as ações de implantação de um novo sistema de beneficio na produtividade da organização
  • Traduzir a estratégia: criar métodos que saiba traduzir a situação da empresa, usando mapas, planilhas e meios que possa informar realmente o posicionamento produtivo e uma estratégia de melhoria e apresentação de soluções a serem apresentado para melhorar o sistema produtivo empresarial.
  • Alinhar a organização e os processos à estratégia: buscar acordos, parcerias que contribua para haver as negociações ganha-ganha de uma empresa em relação aos seus fornecedores e prestadores de serviços.
  • Motivar e fazer da estratégia em tarefa de todos: educar, conscientizar e reforçar comportamentos das pessoas na direção da estratégia.
  • Fazer da estratégia um processo contínuo: Tudo que se implantam em uma empresa, mudanças de culturas reflete nas ações administrativas e produtivas, mas deve ser persistente na implantação e não desistir mesmo nas dificuldades das ações, pois a competitividade faz estarmos sempre criando estratégias para que não paremos no tempo e deixarmos a concorrente nos superar no mercado.

2.3 GESTÃO ESTRATÉGICA PARA CONHECER O SISTEMA DE BALANCED SCORECARD

Estratégia é o caminho mais adequado para se chegar aos objetivos desejados. Para analisar a estratégia empresarial devemos saber que uma empresa existe dentro do seu contexto organizacional o entendimento da Missão que possui, a Visão que possui no mercado, os Objetivos que deseja atingir, avaliando as Metas traçadas. Sabendo isso fica fácil de analisar estratégia empresarial.

Analisando estratégia, nos faz confundir com eficiência, ou seja, queremos um processo produtivo perfeito, mas não evoluímos com a inovação, com isso existe uma cópia em cada esquina da cidade, vendendo o mesmo produto e com isso dividem-se as vendas e os lucros. Portanto estratégia é estar em constantes inovações para que possa sair na frente dos concorrentes e com isso não haver divisão de mercado. Na realidade estratégia é uma ação única de desenvolvimento, é um conjunto diferenciado de ações.

O estudo da estratégia divide-se em três importantes posicionamentos empresariais, sendo eles:

O primeiro posicionamento para se fazer uma excelente análise de estratégia é saber que possa existir uma empresa que seja especialista exclusivamente em único serviço. O qual os consumidores só procuram esta empresa, só que nos demais serviços ela não é tão boa como a concorrente, este tipo de estratégia utilizada nas empresas é atrair o cliente exclusivo a um único produto ou serviço.

O segundo posicionamento na análise estratégia empresarial é quando atinge um grupo de consumidores independentemente da classe social o qual procura o mercado para adquirir um ou mais produtos de variáveis espécies, o exemplo para isso são os mercados em gerais, se preparam para atender diversas classes de pessoas e sabendo que todos deverão sair satisfeitos do estabelecimento empresaria.

O terceiro posicionamento na análise estratégica é segmentar cliente, preparar um estilo de mercado o qual vai atender muito bem determinado classe social, situação econômica e etc. Desenvolver muito bem o sistema de atendimento da classe consumidora e com isso dedicar-se, especializar-se para o determinado público alvo. Exemplo atender os gays, buscar tudo o que for de melhor para que estes consumidores se sintam bem para entrar no estabelecimento empresarial e voltar sempre, e se possível fazer o marketing “boca-boca”.

2.4 ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA PARA CONHECER O SISTEMA DE BALANCED SCORECARD

A administração estratégica é uma área que estuda os pontos fortes e fracos da empresa para que este possa servir como meio para análise e correção dos possíveis problemas ou mesmo inovações no sistema organizacional competitivo.

2.5 ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA COM BSC - BALANCED SCORECARD

Conceito sobre BSC – Balanced Scorecard - Metodologia desenvolvida por Norton e Kaplan no início dos anos 90, como resultado de um estudo dirigido a várias empresas. É considerado um instrumento de gestão, planejamento e controle para empresas de qualquer porte. Pretende ampliar a visão dos sistemas de controle tradicionais para além dos indicadores financeiros, em vários sentidos, incluindo informação, financeira e não financeira; externa e interna; constante sobre o desempenho organizacional; sobre os resultados atuais e futuros da empresa.

Os objetivos desta metodologia vão muito além do que se pode extrair de um mero conjunto de indicadores. Quando é aplicada adequadamente, permite ainda transformações organizacionais no sentido da ação, em especial, criar uma visão integral da organização e a sua situação atual; olhar em frente de forma proativa; alinhar a estrutura organizativa; estabelecer iniciativas priorizadas em direção à estratégia; influenciar o comportamento das pessoas-chave.

Ao analisarmos o BSC – Balanced Scorecard é nos utilizarmos de tudo o que já se vem fazendo nas empresas e se dedicar exclusivamente com afinco as estratégias empresariais, buscando a inovação e sempre preocupando-se com o futuro da empresa. Analisando o que fazer, desenvolvendo metodologias novas e nunca se acomodar com o tempo, estar sempre planejando, executando, dirigindo, pesquisando normas inovadoras para se manter no mercado econômico empresarial. Em síntese BSC é estar antenado com o mercado econômica atual e futuro, para não cair na mesmice e com isso diminuir a lucratividade da organização.

2.6 FORMULAÇÃO ESTRATÉGICA NO SISTEMA BSC - BALANCED SCORECARD

Para analisar a avaliação das organizações divide-se em três níveis sendo:

· Nível estratégico – alta direção – este nível de administração organizacional, as ações são conseguidas diretamente no mercado, por isso que identifica ações incertas, pois não sabe se os resultados apurados serão absorvidos positivamente ou negativamente. Este nível precisa-se ter visão de mercado e saber levar para a organização.

· Nível tático gerencial – gerentes – o administrador analisa-se o que se discute no nível mais alta da empresa, avalia as possibilidades de exercer as ações e coordena-las para que possa executá-las com clareza e sucesso.

· Nível operacional – Trabalho executor – a execução deste nível e puramente operacional exercer o que é solicitado e fazer acontecer as ações operacionais.

Conhecido os níveis organizacionais, só resta colocar em ação o BSC, fazendo com que o planejamento estratégico seja executado e consiga ser realizado todas as ações em equipe, para poder colher informações práticas que auxilia no desdobramento da administração através do Balanced Scorecard (BSC).

2.7 FALHAS NA EXECUÇÃO DAS ESTRATÉGIAS AVALIADO PELO SISTEMA BSC - BALANCED SCORECARD

Muitos dos administradores recorrem as desculpas, dizendo que estratégia organizacional não é necessariamente utilizado nas empresas, pois um simples diagnostico é possível conseguir resultados favoráveis em relação a operacionalidade da empresa, incluindo assim as finanças. Mas com a implantação do BSC nas empresas muda-se muito a ideologia destes pensamentos, pois o que existe por parte dos administradores empresariais são barreiras que colocadas no dia a dia da execução operacional administrativa.

A primeira barreira é da visão, os altos escalões exigem que seja definida a missão da empresa, os valores econômicos, os objetivos desejados e a visão de ação perante o mercado econômico, mas realmente estes mesmos diretores e administradores analisam que 5% é significativo planejar estrategicamente as ações a serem aplicadas, são dados extraído em 1999 pela Symnetics empresas de consultoria e pesquisas dos estados Unidos. Apenas 25% do nível gerencial das empresas recebem apoio para implantar a ferramenta básica que é o planejamento estratégico, as demais faltam incentivos e investimento nesta área. 60% das empresas não vinculam o sistema de planejamento estratégico no sistema financeiro, pois não querem gastar e identificam um trabalho desse como perca de tempo e dinheiro. E para concluir a barreira de implantação de estratégica nas empresas é que 85% dos gestores dedicam por mês apenas uma hora de seu trabalho, o que pode conseguir de informações a serem aplicadas na empresa? Portanto não é o sistema BSC ou qualquer outro método de estratégia a ser aplicado nas empresas que não dá certo, mas sim é acreditar no próprio meio que veio para revolucionar e tornar mais atraente as tomadas de decisões através das informações claras e precisas que são geradas para o alto escalão da empresa.

2.8 INFORMAÇÃO E PESSOAS NO SISTEMA BSC - BALANCED SCORECARD

Alinhando a gestão operacional à gestão estratégica de sua organização deve saber que o bom andamento da implantação do sistema BSC está nas mãos de seres humanos e estes necessitam estar motivados, qualificados, com conhecimento suficiente para conduzir as ações e apresentar desempenhos superiores a o que necessita uma organização. Sendo assim a implantação do BSC esta ligado a vários fatores que predomina na organização, sendo a principal as informações que devem ser colhidas, com responsabilidade, ética e eficácia no desempenho organizacional do planejamento estratégico.

2.9 PARCEIROS DA EMPRESA NO SISTEMA BSC - BALANCED SCORECARD

Analisar os parceiros da empresa pelo sistema BSC é reafirmar o valor que necessita empregar todos os esforços nos ativos intangíveis existentes nas empresas. Aqueles bens e direitos que não são vistos, não são sentidos, mas possui um valor significativo e importante para a empresa, esse valor são os funcionários, os parceiros no momento que valorizados como profissional e seres humanos os resultados alcança níveis satisfatórios e positivos para as organizações.

A valorização do profissional nas empresas é mudanças de culturas e efetivar a estratégia de liderança na equipe de funcionários. É demonstrar a todos os profissionais que os resultados só serão atingidos se houver harmonia e trabalho em equipe, esta forma é a melhor estratégia de sucesso tanto empresarial, organizacional e funcional.

No momento que implanta a cultura de valorização profissional nas empresas, sabe-se que mudanças ocorrerão e a direção deve ser consciente em saber que haverá pessoas com mentalidade inovadoras e que bem utilizadas levará a mudanças organizacionais e positivas, mas também pode haver resultados negativos, por isso que quando se implanta sistemas inovadores, devem ser planejados estrategicamente e estar preparado para mudanças repentinas se houver necessidade.

2.10 NECESSIDADE DE OUTRO TIPO DE MEDIÇÃO NO SISTEMA BSC - BALANCED SCORECARD

Para implantar o sistema BSC nas empresas deve-se focar exclusivamente no sistema de gerenciamento por estratégia centralizando todo o processo de administração em um único sistema que é organizar o desempenho administrativo através do equilíbrio de inovações, ou seja, é implantar o sistema de informação gerencial integrado em todos os departamentos organizacionais, realmente é o TI ( Tecnologia de Informação).

Todos os sistemas implantados nas empresas devem ser conscientes que não são exclusivos, pois necessitam de avaliação e desempenho, por isso mesmo que uma tecnologia de informação sempre necessitará de apoios que beneficia na administração, o que se orienta na organização é aplicar o BSC como sistema gerencial de custos podendo ser o ABC que é o gerenciamento de custos por produção e clientes e outros meios que beneficiam aos resultados favoráveis nas tomadas de decisões.

2.11 METODOLOGIA DE TRABALHO NO SISTEMA BSC - BALANCED SCORECARD

A metodologia aplicada no Balanced Scorecard – BSC é um sistema que auxilia nas necessidades das empresas desenvolvendo:

· Funcionários mais preparados.

· Agregando valor para o cliente, através de atendimentos adequados, produtos com qualidades e respeito ao cliente.

· Consideração dos ativos intangíveis, valorizando a equipe de trabalho para que consiga extrair resultados favoráveis na busca de redução de custos e erro zero.

· Constante aprendizagem exige que todos os profissionais, iniciando pela alta direção ao posto mais humilde da empresa, todos valorizarem a inovação e estarem consciente dos acontecimentos gerenciais da empresa.

Portanto Balanced Scorecared representa o equilíbrio das medidas financeiras e operacionais de uma organização.

2.12 RELAÇÃO DE EQUILÍBRIO NA ORGANIZAÇÃO - BSC - BALANCED SCORECARD

O BSC não é:

1 - Um novo sistema de indicadores financeiros;

2 - Um sistema automático de informações;

3 - Um sistema de gestão operacional;

4 - Um formulador de estratégias;

5 - Um projeto único e isolado na empresa.

Mas também não é suficiente para garantir que a empresa está caminhando na direção correta utilizando apenas indicadores financeiros. É necessário monitorar, juntamente com resultados econômico-financeiros, desempenho de mercado junto aos clientes, desempenho dos processos internos e pessoas, inovações e tecnologia. Isto porque o somatório das pessoas, tecnologias, inovações, se bem aplicada aos processos internos das empresas, alavancarão o desempenho esperado no mercado junto aos clientes e trarão à empresa os resultados financeiros esperados. Isto é o que se chama de criar valor com ativos intangíveis.

O BSC é na realidade o principal desafio das empresas é o sucesso na criação de valor. Para planejar como criar valor agregado (unindo resultados econômico-financeiros, desempenho de mercado junto aos clientes, desempenho dos processos internos e pessoas, inovações e tecnologia), as empresas desenvolvem estratégias, que nada mais são do que escolhas ou um posicionamento único das empresas no mercado com objetivo de atingir uma situação futura.

2.13 EQUILÍBRIO DAS PERSPECTIVAS - BSC - BALANCED SCORECARD

Implantar o BSC proporciona criar perspectivas que torna as empresas obrigadas a buscar melhores ações para que não seja ultrapassado pela concorrência ou mesmo estagnam no mercado, estas perspectivas são:

1 – Perspectiva do cliente: Como somos vistos pelos nossos clientes?

2 – Perspectivas dos negócios internos: Em que devemos ser os melhores?

3 – Perspectivas de inovação e aprendizado: Podemos continuar a melhoras e criar valores?

4 – Perspectivas financeiras: Como somos vistos por nossos acionistas, diretores, fornecedores, funcionários e etc?

Cada questionamento desses necessita ser bem analisado estrategicamente para que possa existir respostas corretas e juntamente com soluções para que resulte valores agregados na apuração dos resultados finais a qual os objetivos são desejados.

Trabalhar com o BSC é criar uma cultura diferenciada nas empresas é colocar em prática as técnicas de aprendizagens constantes, estar ligado nas inovações e não deixar de buscar fórmulas que proporcione o crescimento organizacional. Conforme os estudiosos dizem que não adianta uma empresa ser bem visto pelos clientes internos e externos se não inovar, deixar que a sua concorrência chegue ao mesmo patamar e com isso dividir os lucros da economia. Para que esse processo de administração atinja o ponto forte dos resultados é proporcionar o crescimento e aprendizado aos funcionários da empresa – somente graças a eles é possível continuar melhorando as operações. Mas para que consiga resultados juntamente com os funcionários deve implantar o feedback estratégico, trabalhar com seus funcionários abertamente dividindo os fatos bons como ruins, pois assim proporciona um trabalho aberto e dinâmico demonstrando a real situação da organização.

O BSC se diferencia de todos os outros modelos de gestão porque ele pode agregar todos os modelos de controle financeiro e não financeiro que existe desde que propiciem ao administrador uma forma de indicador de desempenho. Balanced Scorecard é uma ferramenta útil para dirigir empresas de forma pró-ativa no curto e no longo prazo.

2.14 RELAÇÃO CAUSA EFEITO - BSC - BALANCED SCORECARD

O BSC é um sistema que para entender a aplicação da ferramenta nas empresas necessita entender a cadeia de relações de causas e efeitos sendo elas:

1 – Estratégia – Identificar os objetivos que deseja atingir no determinado momento.

2 – Financeira – Analisar todas as sistemáticas para a manutenção ou aumento do faturamento e com isso atingir a lucratividade desejada.

3 – Clientes – Analisar adequadamente todos os segmentos necessários para o mercado que a organização atua.

4 – Processo Interno – Analisar todos os pontos fortes e fracos do processo, para que com isso seja corrigido e não prejudica nos resultados finais.

5 – Aprendizado e Crescimento – Investir no ativo intangível, através de valorização, capacitação e crescimento pessoal e profissional dos funcionários que atuam na organização.

A idéia principal do Balanced Scorecard é traduzir a missão e a estratégia das empresas num conjunto abrangente de medidas de desempenho que sirva de base para um sistema de medição e gestão estratégica. A adoção do BSC possibilita:

· Esclarecer e traduzir a visão e a estratégia;

· Comunicar e associar objetivos e medidas estratégicas;

· Planejar, estabelecer metas e alinhar iniciativas estratégicas;

· Melhorar o feedback e o aprendizado estratégico.

O BSC prevê dois tipos de indicadores, os indicadores de tendência e os indicadores de ocorrência.

Indicadores de Tendência – leading indicators – ou Vetores de Desempenho

Comunicam a maneira como os resultados devem ser alcançados. Geralmente são específicos para cada unidade que possua uma estratégia diferenciada, dado que estes indicadores são reflexos diretos da mesma. Pode-se dizer, portanto, que os indicadores de tendência servem para indicar os meios pelos quais se chegará aos resultados.

Indicadores de Ocorrência – lagging indicators – ou Medidas de Resultados

Resultados são conseqüências de ações e, portanto, indicadores de ocorrência servem para indicar conseqüências de ações. Estes indicadores são relacionados uns com os outros. Por exemplo, um indicador de melhoria de eficiência no uso de materiais influencia um indicador de redução de custos operacionais, que por sua vez tem impacto em um indicador financeiro do tipo retorno sobre investimento. Desta forma, é criada uma rede de indicadores que engloba as quatro perspectivas e relacionada com os objetivos estratégicos e que leva a visão estratégica até o nível operacional. Esta, talvez, seja uma das maiores virtudes do método do BSC. Balanced Scorecard – integrando estratégia e medidas de desempenho

2.15 MAPEAMENTO DAS ATIVIDADES - BSC - BALANCED SCORECARD

Para entender a importância de executar o balanced scorecard nas empresas precisa entender o entrelaçamento das atividades e compreender a necessidade de exercer as funções de direção estratégica nas organizações. Para avaliar as perspectivas do BSC veremos:

· Perspectivas financeira –

- Aumentar a participação de mercado.

- Maximizar o faturamento e o lucro.

- Eliminar as penalidades e as multas contratuais.

- Reduzir taxa de devolução de cheques, e muitos outros procedimentos utilizados para atender estrategicamente o sistema financeiro da empresa.

· Perspectivas dos clientes –

- Analisar o nível de satisfação dos clientes.

- Captação de novos clientes.

- Retenção de clientes.

· Perspectivas dos processos internos –

- Modernização da empresa em todas as suas modalidades.

- Aumento na oferta de produtos alternativos.

- Aumento do número de postos ou lojas.

- Melhora do nível de limpeza e higiene.

- Eliminação do atraso de entrega dos produtos.

- Eliminação da incidências de erros produtivos.

· Perspectivas do aprendizado e do crescimento –

- Programa de treinamento do corpo funcional.

- Motivar/mobilizar e inteirar os funcionários.

2.16 IMPORTÂNCIA VITAL DOS INDICADORES - BSC - BALANCED SCORECARD

Os indicadores de desempenho são vitais para o negócio. Os indicadores funcionam como sensores para o líder da organização, sinalizando-lhe como andam seus fatores e processos críticos; apresentando-lhe um termômetro para que ele saiba como vai a organização. Apresentando-lhe feedback das ações ocorridas.

2.17 POSTURA ESTRATÉGICA DA EMPRESA

Para OLIVEIRA (2002, p. 140),;

A postura estratégica da empresa é estabelecida por uma escolha consciente de uma das alternativas de caminho e ação para cumprir sua missão. Objetiva orientar o estabelecimento de todas as estratégias e políticas, principalmente as de médio e longo prazo necessárias para a empresa, a partir do momento em que se decidiu por determinada missão.

Entende-se que postura estratégica é basicamente a postura definitiva da empresa perante o mercado, onde a mesma determina uma missão, escolhendo um caminho onde será orientada sobre todas as estratégias, principalmente a de médio e longo prazo.

2.17.1 ALGUNS ASPECTOS DA VANTAGEM COMPETITIVA

Segundo OLIVEIRA (2002, p. 147), A empresa:

(...) pode ter uma vantagem competitiva, correlacionada a seu ambiente, quando, entre outros aspectos: (...), não tem concorrentes muitos fortes; (...), tem acesso à tecnologia inovadora; (...), alta liquidez financeira; (...), baixo grau de endividamento; (...), boa relação com o mercado; (...), agilidade e flexibilidade interna; (...), saber formular e operacionalizar estratégias; (...), estar com a visão voltada para o mercado; (...), saber motivar; (...), saber liderar.

Portanto, entende-se que para obter uma vantagem competitiva no mercado, é preciso que a empresa esteja estabelecida em um ambiente favorável, onde a situação geral da empresa deva estar com uma boa imagem perante o mercado, onde a mesma possa ter uma postura de atuação da alta administração.

2.17.2 ALGUNS ASPECTOS DO RISCO

Para OLIVEIRA (2002, p. 149),;

Existe risco quando são conhecidos os estados futuros que possam surgir suas respectivas probabilidades de ocorrência. (...), O risco representa um dos aspectos mais fortes na ação estratégica da empresa e, portanto, o executivo deve estruturar toda uma situação para tentar administrar o risco ao longo de seu desenvolvimento.

Portanto, o risco é onde se diferencia um bom executivo, pois, depois de detectado o risco, o executivo deve tentar anular o provável risco ou tentar administrá-lo de uma forma satisfatória para a sua empresa para que não haja grandes danos ou perdas.

2.17.3 IMPORTÂNCIA DA ESTRATÉGIA

OLIVEIRA (2002, p. 198), destaca que:

A estratégia não é, evidentemente, o único fator determinante no sucesso ou fracasso de uma empresa; a competência de sua cúpula administrativa é tão importante quanto a sua estratégia. A sorte pode ser um fator também, apesar de, freqüentemente, o que as pessoas chamam de boa sorte ser, na realidade, produto de boa estratégia.

O autor ainda destaca que, “(...) uma estratégia adequada pode trazer extraordinários resultados para a empresa cujo nível geral de eficiência seja apenas médio”.

Assim sendo, pode-se dizer que se a estratégia adotada for correta, podem ser cometidos vários erros táticos que a empresa ainda se sairá vitoriosa.

2.17.4 ESTRATÉGIA DE SOBREVIVÊNCIA

OLIVEIRA (2002, p.199), destaca que:

Este tipo de estratégia deve ser adotada pela empresa quando não existe outra alternativa, ou seja, apenas quando o ambiente e a empresa estão em situação inadequada ou apresentam perspectivas caóticas (alto índice de pontos fracos internos e ameaças externas).

O autor ainda destaca que “(...), a primeira decisão do executivo é parar os investimentos e reduzir, ao máximo possível, as despesas. Naturalmente, uma empresa tem dificuldades de utilizar esta estratégia por um período de tempo muito longo, pois poderá ser engolida pelo ambiente.”

Portanto, entende-se que a empresa, quando chega a ponto de utilizar a estratégia de sobrevivência, é porque a mesma está se deparando com a fase mais crítica de sua existência, estando muito perto da falência.

2.17.5 ESTRATÉGIA DE CRESCIMENTO

De acordo com OLIVEIRA (2002, p. 202), destaca que “(...) Normalmente, o executivo procura, nesta situação, lançar novos produtos, aumentar o volume de vendas etc.

2.17.6 ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO

Para OLIVEIRA (2002, p. 202), :

(...) a empresa está, sempre, procurando antecipar-se a seus concorrentes através de freqüentes desenvolvimentos e lançamentos de novos produtos e serviços; portanto, a empresa deve ter acesso rápido e direto a todas as informações necessárias num mercado de rápida evolução tecnológica.

2.17.7 ESTRATÉGIA DE EXPANSÃO

OLIVEIRA (2002, p. 202), afirma que:

(...) Normalmente, a decisão em investir na expansão é mais comum que na diversificação, pois esta última envolve mudança mais radical dos produtos e de seus usos atuais, enquanto a expansão aproveita uma situação de sinergia muito forte.

O autor ainda destaca que “(...) o processo de expansão da empresa deve ser planejado; caso contrário, podem ser absorvidas pelo Governo ou por outras empresas nacionais ou multinacionais.”

Portanto, a empresa, para obter um crescimento satisfatório, deve começar a inovar no mercado, ou seja, começar a lançar novos produtos, mas para isso, deve ter acesso a todas as informações possíveis para que possa estar sempre a frente de seus concorrentes, assim, poderá obter um grande aumento nas suas vendas onde, conseqüentemente, irá dominar uma maior fatia do mercado, podendo obter um maior lucro e, com isso, inovar tecnologicamente sua empresa, podendo expandir-se cada vez mais no mercado.

2.17.8 ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO

De acordo com OLIVEIRA (2002, p. 203),;

(...), o desenvolvimento da empresa se faz em duas direções principais. Pode-se procurar novos mercados e clientes, diferentes dos conhecidos atualmente, ou novas tecnologias, diferentes daquelas que a empresa domina. A combinação desses dois eixos (mercadológico e tecnológico) permite ao executivo construir novos negócios no mercado.

Pode-se entender que a empresa, para obter um desenvolvimento considerável, deve desenvolver-se no mercado, ou seja, tentar ampliar mais seus produtos no mercado, podendo obter uma maior fatia no mercado. Para que haja um bom desenvolvimento no mercado é preciso atualizar-se em novas formas de tecnologias já existentes, podendo assim desenvolver um alto nível de satisfação.

2.17.9 ESCOLHA DA ESTRATÉGIA

OLIVEIRA (2002, p. 219), destaca que :

De acordo com Steiner (1969:33), os principais determinantes da estratégia são as aspirações do executivo-chefe quanto à sua vida pessoal, à vida de sua empresa como uma instituição e às vidas daqueles envolvidos na empresa. Seus costumes, hábitos e maneiras de fazer as coisas determinam como ele se comporta e toma decisões. O seu senso de obrigação para com a sua empresa decidirá quanto à sua devoção e escolha do assunto em que irá pensar. O sistema de recompensa, cujo estabelecimento e manutenção são de sua responsabilidade, será significativo em relação a como as pessoas reagem ao programa de planejamento estratégico. (...) Será sua escolha de como o nível de altos executivos da empresa será organizado.

Portanto, estabelecer uma vantagem competitiva, está inclusa na discussão a capacidade da firma re-configurar em busca de melhores desempenhos. Onde denominam esta capacidade ampla de inovação de capacitações dinâmicas, juntamente com o cliente, desenvolver o pensamento estratégico na sua organização, visando identificar melhor maneira de formular e implementar sua estratégia.

2.17.10 AVALIAÇÃO DO AMBIENTE

Segundo FISCHMANN e ALMEIDA (1991 p. 74);

O ambiente de uma organização são os fatores que tem influência em uma organização; esta, pouco ou nada pode fazer para alterá-los. (...) A avaliação das aspirações dos empregados e proprietários é muito delicada e muito importante na realização de um plano estratégico. (...) Na avaliação da aspiração dos empregados, é importante que identifiquemos seus reais desejos e, não, aquilo que se projeta como imagem.

Os autores ainda destacam: “As conclusões de uma análise ambiental devem ser fundamentadas por informações coletadas ou hipóteses.”

Já para BERTAGLIA (2003 p. 60);

(...) Durante esta análise, são avaliados sistematicamente os recursos disponíveis para cada unidade de negócios e, nela, os recursos de suas áreas funcionais, como manufatura, vendas, tecnologia de informação, marketing, finanças e outros. (...) As decisões administrativas que dizem respeito aos recursos, ao poder de realização e às competências essenciais da organização são caracterizadas por três condições: incertezas, complexidades e conflitos internos.

Portanto, pode-se entender que, para fazer uma avaliação do ambiente de uma organização, é preciso analisar a organização internamente, através das suas áreas funcionais como: manufaturam, vendas, tecnologia, marketing, e finanças.

2.17.11 FINALIZAÇÃO E DIVULGAÇÃO

FISCHMANN e ALMEIDA (1191, p. 116), colocam que; “A formalização das idéias é importante para que haja uniformidade de entendimento e seja facilitada a divulgação.”

FISCHMANN e ALMEIDA também destacam que; “Na finalização, não se colocam apenas as idéias em um resumo, mas também, se procura uma coerência entre as partes e o todo.”

Entende-se que, depois das idéias serem formalizadas, é necessário que haja uma finalização sobre as idéias que sobressaem entre o todo da empresa, ou seja, as idéias que foram finalizadas como as mais importantes a serem implantadas na empresa; depois disso, ocorrerá a divulgação buscando o publico alvo.

2.17.12 ESTRATÉGIAS FINANCEIRAS

Segundo GRACIOSO (1996, p. 52), estratégias financeiras, na prática:

(...), expressam-se, principalmente, através das fusões de aquisição de empresas, com três intuitos principais: diversificação (vantagens sinérgicas), integração vertical (vantagens de custos e segurança) e absorção de concorrentes (vantagens de escalas e de “curva de experiência” decorrentes do aumento da participação no mercado ou maket-share).

Portanto, pode-se notar que, ter uma vantagem financeira no mercado é extremamente importante, pois, na maioria das vezes, ocorrerá uma vantagem sobre os concorrentes, podendo estar sempre à frente tecnologicamente, conseguindo baixar os custos através de máquinas mais econômicas ou mais eficazes na produção.

2.17.13 ESTRATÉGIAS DE MARKETING

Para GRACIOSO (1996, p. 53);

Neste tipo de estratégia, os maiores êxitos em mercados de competição acirradas são obtidos através de uma combinação clássica, tão imbatível como a das cepas que formam os vinhos Bordeaux: a segmentação e a concentração de nossos recursos no segmento escolhido.

O autor ainda destaca que “(...), estas estratégias dependem, para ter êxito, de três elementos básicos: o senso de oportunidade (ou timing, como dizem os americanos), a seqüência e a continuidade de nossas ações.”

Por isso o executivo de marketing deve ter um senso de oportunidade bem aguçado, para que qualquer oportunidade que se tenha, não seja desperdiçada, dando assim, um passo à frente dos concorrentes, mantendo uma seqüência ou continuidade do trabalho que está sendo realizado para que seja fixado na memória do publica alvo.

2.17.14 O QUE É GERENCIAMENTO ESTRATÉGICO?

GRACIOSO (1996, p.190), afirma que gerenciar estrategicamente; “(...), consiste em tomar as decisões operacionais (praticamente no dia-a-dia dos negócios) levando em conta os nossos objetivos e condicionantes estratégicos.”

Wagner Luiz Marques

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